Escleroterapia em Curitiba: a aplicação para tratar vasinhos

A escleroterapia é o tratamento mais conhecido como “aplicação” ou “secagem de vasinhos”: consiste em injetar uma substância dentro do vaso doente para que ele feche e seja reabsorvido pelo organismo. É feita no consultório, sem cortes e sem internação, geralmente em sessões. No meu consultório no Batel, em Curitiba, uso a escleroterapia como uma das ferramentas centrais para tratar vasinhos e microvarizes.
Neste guia explico o que é a escleroterapia, a diferença entre a forma líquida e a espuma, para quem ela é indicada, por que o diagnóstico vem antes da aplicação e como são os cuidados depois — lembrando sempre que cada caso é único e depende de avaliação individual.
Em resumo, se você tem pressa
- O que é: a “aplicação” que fecha vasinhos e microvarizes por dentro, sem cortes.
- Líquida ou espuma: a líquida trata vasinhos finos; a espuma (guiada por ultrassom) alcança vasos um pouco maiores.
- Diagnóstico primeiro: tratar só o que se vê, sem investigar a origem com EcoDoppler, é o que faz o resultado não durar.
01 — O que éO que é a escleroterapia?
A escleroterapia é a injeção de uma substância (o esclerosante) dentro do vaso doente. Essa substância irrita a parede da veia e provoca seu fechamento; com o tempo, o vaso tratado é reabsorvido pelo organismo e o sangue que passava por ali é redirecionado para as veias saudáveis. Por isso é chamada popularmente de “aplicação” ou “secagem de vasinhos”. É feita no consultório, sem cortes, e costuma ser realizada em sessões.
02 — Líquida ou espumaEscleroterapia líquida ou com espuma?
São duas formas da mesma técnica. A escleroterapia líquida é a mais usada para vasinhos finos e superficiais. A escleroterapia com espuma — muitas vezes guiada por ultrassom — permite tratar com precisão vasos um pouco maiores e microvarizes, porque a espuma preenche melhor o interior da veia. A definição de qual usar depende do calibre e do tipo de cada vaso. Entenda em detalhe como é feito o tratamento com espuma.

03 — IndicaçãoPara quem é indicada (e por que o EcoDoppler vem antes)
A escleroterapia é indicada principalmente para vasinhos e microvarizes. Mas há um ponto que sempre reforço: muitas vezes o vasinho que incomoda na superfície é só a ponta de um problema mais profundo. Por isso, antes da aplicação, faço o diagnóstico com EcoDoppler no próprio consultório: é ele que mostra se existe um refluxo mais profundo alimentando aqueles vasos. Tratar só o que se vê, sem investigar a origem, é o que faz o resultado não durar.
Quer tratar seus vasinhos com um plano, não no chute?
O caminho começa por um diagnóstico preciso, com EcoDoppler no consultório, em Curitiba (Batel).
Agendar minha avaliação pelo WhatsApp »04 — Sessões e cuidadosQuantas sessões e como é a recuperação?
O número de sessões varia conforme o caso — depende da quantidade, do tipo e do calibre dos vasos a tratar. A maioria das pacientes descreve um desconforto leve durante a aplicação, não uma dor intensa. Como não há cortes nem internação, a paciente retorna à rotina no mesmo dia, seguindo cuidados simples: meias de compressão por um período e evitar exposição solar direta na região tratada, para reduzir o risco de manchas. Pequenas alterações de cor podem ocorrer e tendem a regredir.

05 — Escleroterapia ou laserEscleroterapia ou laser para vasinhos?
Não existe um “melhor” universal — muitas vezes as técnicas se combinam. A escleroterapia é a base para grande parte dos vasinhos; o laser transdérmico ajuda em vasos resistentes ou em locais específicos. Qual usar — ou a combinação delas — é definido depois da avaliação de cada caso, dentro do Protocolo Nanni.
06 — FAQPerguntas frequentes
A escleroterapia dói?
Na maioria dos casos, o desconforto é leve — uma sensação de picada e ardência pontual no momento da aplicação. Como não há cortes nem internação, a paciente retorna à rotina no mesmo dia. A tolerância varia de pessoa para pessoa.
Quantas sessões de escleroterapia são necessárias?
Depende do seu caso. O número varia conforme a quantidade, o tipo e o calibre dos vasos a tratar. Por isso a avaliação com EcoDoppler vem antes do plano: é ela que permite estimar, de forma realista, quantas sessões o seu tratamento deve exigir.
Os vasinhos voltam depois da escleroterapia?
Os vasos tratados e fechados não reabrem, mas a predisposição a novos vasinhos permanece ao longo da vida, por fatores como hereditariedade, gestações e idade. O acompanhamento e a prevenção contínua ajudam a reduzir o surgimento de novos vasos.
Posso me expor ao sol depois da aplicação?
Recomenda-se evitar a exposição solar direta na região tratada por um período, justamente para reduzir o risco de manchas. As orientações exatas fazem parte do acompanhamento pós-procedimento e são individualizadas.
Como conduzo cada tratamento
Todo caso segue os 5 passos do Protocolo Nanni — do diagnóstico à prevenção de recorrência:
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Atende em Curitiba (Batel), na Clínica Una Saúde, com foco no tratamento de varizes e vasinhos sem cirurgia, diagnóstico com EcoDoppler no consultório e acompanhamento pelo Protocolo Nanni.